Acompanhamento pré-natal veja como fazer corretamente (1)

Acompanhamento pré-natal: veja como fazer corretamente

Este artigo sobre pré-natal não se aplica apenas às mães, mas a todas as pessoas que interagem com a gestante, sendo capazes de influenciar seu comportamento.

A melhor forma de mobilizar a família em relação aos cuidados que devem ser tomados durante a gestação é conscientizar sobre a importância destes, o que implica reconhecer que há riscos a serem neutralizados e benefícios a serem obtidos pela mulher.

É possível que mulheres possam ter uma gravidez saudável e um parto tranquilo, sem qualquer complicação decorrente dessa fase, para a mãe ou para o bebê, mesmo sem tomar todos os cuidados recomendados durante a gestação? Sim, sem dúvida alguma. Essa é, inclusive, a tendência.

Só que isso seria uma aposta, e nenhuma família submeteria seus entes à dúvida e ao risco quando existe um protocolo médico consolidado para acompanhar a gestante e o bebê durante toda a gestação.

Uma das vantagens do pré-natal é, por exemplo, identificar possíveis condições da mãe que possam ser transmitidas ao bebê. Essa é, no entanto, apenas uma das variáveis do acompanhamento, principalmente quando se trata de uma marinheira de primeira viagem.

O corpo, durante a gravidez, passa por diversas mudanças. A própria situação mexe com o emocional da gestante, que também precisa de acompanhamento, pois é essencial a estabilidade da mãe para a formação do bebê.

O obstetra precisa conhecer o histórico de sua paciente, os fatores hereditários, os hábitos, o estilo de vida e tudo que possa influenciar na gestação, sendo capaz, por outro lado, de responder a todas as questões levantadas nessa fase e até estimular a mãe a expor suas dúvidas e angústias.

Pré-natal – passo a passo

O acompanhamento da gestante deve ter início tão logo seja descoberta a gravidez.

A partir da descoberta, o médico solicitará uma bateria de exames para identificar a condição da paciente e os fatores de risco para a gestação, para a gestante e para o bebê.

Os exames solicitados são:

  • Hemograma completo, exame de urina e fezes e papanicolau;
  • Tipagem sanguínea, para identificar o fator Rh;
  • Sorologia para doenças crônicas e contagiosas, como hepatite, sífilis, rubéola, citomegalovírus, toxoplasmose outros, de modo a tratar a gestante e evitar o contágio ao bebê;
  • Ultrassom básico obstétrico transvaginal;
  • Glicemia de jejum, para determinar a quantidade de glicose na corrente sanguínea;
  • Exame da tireoide, pela presença dos hormônios tireoidianos;
  • Ultrassonografia, teste integrado de sangue e ultrassonografia de translucência nucal em gestantes com mais de 35 anos.

No segundo trimestre da gravidez, há novos exames a serem realizados. Além da repetição dos exames de sangue, urina e glicemia, são feitos o ultrassom morfológico e o ecocardiograma fetal. Ambos são para avaliar a condição do feto. O primeiro faz a análise anatômica, e o segundo, feito com doppler, consegue medir as condições de formação estrutural e funcionais do coração.

No terceiro trimestre da gestação, novos exames são feitos: ultrassom obstétrico, cardiotocografia, pesquisa de estreptococo B e repetição dos exames laboratoriais.

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